Homem e Benefícios da Testosterona
  • 01. O HOMEM É A SUA TESTOSTERONA

    A testosterona é hormônio responsável pelo comportamento de macho dos homens. Tem efeitos androgênicos que formam os caracteres sexuais masculinos (barba, pelos, músculos, voz, etc.) e efeitos catabólicos, responsáveis pela força muscular, densidade e maturação óssea, espermatogênese, agressividade e comportamento de caçador.
    Após os 40-45 anos os testículos diminuem a produção da testosterona 1 a 3% ao ano acelerando o envelhecimento. Havendo queixas, a reposição de testosterona é indicada e pode ajudar prolongar a qualidade de vida por vários anos. Em geral procuramos manter os níveis de testosterona acima de 350 ng/dL de modo a preservar as várias funções que ela exerce no organismo, não só a sexualidade.
    Em homens jovens com indicação de reposição hormonal usamos a gonadotrofina coriônica que estimula a produção da testosterona sem inibir a produção dos espermatozoides, garantindo a fertilidade nesses casos.
    A reposição de testosterona esta contra indicada em homens em idade fértil que ainda desejam filhos, no câncer de próstata, na apneia do sono e em hematócritos acima de 51%.

  • A terapia de reposição hormonal será indicada somente nos casos em que houver baixos índices de testosterona ao exame de sangue, com queixas de hipogonadismo e ausência de tumor de próstata. Nessas condições a reposição hormonal com testosterona poderá ser indicada por via intramuscular , subcutânea ou com o gel de uso transdérmico diário.
    A terapia de reposição hormonal com testosterona melhora a libido, melhora as condições do aparelho cardiovascular, aumenta a densidade óssea diminuindo a osteoporose, melhora o humor e a depressão, promove um ganho de massa muscular, diminui a massa gorda, aumenta o HDL-colesterol (bom), reduziria o LDL-colesterol (ruim), melhora o sistema imunológico, melhora a disposição e a função cognitiva, ajuda o metabolismo da insulina e da glicose. Além disso a reposição de testosterona é capaz de restaurar os níveis do hormônio do crescimento (GH), principalmente em idosos. Isso é tudo que você precisa para viver com boa disposição.
    Atualmente existem 5 maneiras de se repor a testosterona: 1) a via intramuscular com uma aplicação a cada 10/15 dias, 2) a via intramuscular de aplicação a cada 3 meses, 3) a via subcutânea a cada 7 ou 10 dias, 4) a via transdérmica de uso diário através da pele com gel e 5) através dos pellets implantados na gordura a cada 6 meses. A melhor via de administração para a reposição da testosterona depende do que for avaliado pelo médico para cada paciente, de acordo com os seus exames e as suas indicações.

  • A terapia de reposição hormonal é indicada somente nos casos em que o paciente reúne essas 3 condições:
    1) queda dos hormônios sexuais comprovada por exames laboratoriais (testosterona total abaixo de 350 ng/dL),
    2) sinais e sintomas clínicos compatíveis com o quadro de diminuição da testosterona (hipogonadismo),
    3) quando os exames mostram que não existe tumor de próstata, mama ou hipófise, apneia de sono.
    A terapia de reposição testosterona melhora a libido, as condições do aparelho cardiovascular, aumenta a densidade óssea diminuindo a osteoporose, melhora o humor e a depressão, promove um ganho de massa muscular, diminui a massa gorda, aumenta o HDL-colesterol (bom), reduziria o LDL-colesterol (ruim), melhora o sistema imunológico, o humor, a disposição e a função cognitiva. A recuperação da testosterona tem ganhos físicos, psíquicos e sexuais.
    Além de facilitar o metabolismo da insulina e a utilização da glicose, a terapia de reposição hormonal dá aos homens a disposição e a energia necessárias para levantar do sofá para ter uma relação sexual com a parceira ou para ir para a academia praticar atividade física, o que é fundamental na prevenção e no tratamento da diabetes e na manutenção da saúde em geral. Deve-se tomar cuidado e evitar a TRH em homens com apneia do sono ou hematócrito acima de 51%.

  • Não, talvez seja exatamente o contrário. À medida que o homem envelhece diminui a produção de testosterona e ao mesmo tempo aumenta a incidência do câncer de próstata. Isso sugere que a testosterona seja um fator de proteção e não a causa do câncer de próstata.
    No entanto, quando já existe um câncer de próstata instalado e em tratamento, ou um exame de PSA suspeito, a reposição hormonal de testosterona deve ser substituída por outra medicação.
    Assim, podemos concluir que não existe absolutamente nenhuma evidência de que a reposição hormonal de testosterona cause câncer de próstata. Centenas de outros trabalhos estão disponíveis do site PubMed.gov para pesquisa de estudos e publicações médicas internacionais. A dúvida que fica é: o hipogonadismo seria um fator de risco para o câncer de próstata? Modernamente a ablação hormonal faz parte do tratamento de alguns tipos de câncer de próstata, mas não todos. Antigamente existia essa falsa idéia de que a testosterona causasse o câncer de próstata, mas isso foi antes de as pesquisas cientificas provarem o contrário. Infelizmente essa crença ainda está bastante arraigada em nossa população leiga e até mesmo entre médicos renomados. Por isso, ainda é comum vermos a resistência que muitos médicos tem de prescrever ou recomendar a terapia de reposição hormonal.

  • AVALIE SE VOCÊ TEM SINAIS E SINTOMAS DE BAIXA TESTOSTERONA A diminuição das funções cognitivas juntamente com a diminuição da massa e força muscular, aumentam as chances de quedas e fraturas, podendo também agravar doenças articulares já existentes. Vários estudos demonstram que a testosterona tem efeito protetor ao nível do sistema nervoso central, mantendo as funções cognitivas e o equilíbrio emocional. O questionário mais usado é o ADAM, de St. Louis:

    1- Você perdeu desejo sexual nos últimos 6 meses?
    2- Você sente falta de energia nos últimos 6 meses?
    3- Você notou diminuição da sua força física ou resistência nos últimos 6 meses?
    4- Você notou que a sua estatura vem diminuindo nos últimos 6 meses?
    5- Você notou que vem perdendo a alegria de viver nos últimos 6 meses?
    6- Você tem estado triste ou angustiado nesses últimos 6 meses?
    7- Suas ereções estão menos rígidas nos últimos 6 meses?
    8- Você notou que recentemente vem piorando a sua capacidade de praticar esportes nesses 6 meses?
    9- Você tem sentido muito sono logo após o jantar nos últimos 6 meses?
    10- Sua capacidade para trabalhar tem piorado nos últimos 6 meses?

    Mais de 3 respostas positivas indica haver distúrbio androgênico do envelhecimento masculino (DAEM).

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